Li hoje a publicação de Jones Mota que fala da importância do registro e publicação de processos criativos e concordo plenamente.
Quando mais nova admito que também sonhava que algum dia alguém iria encontrar meu caderninho de poemas e que ele viraria um livro... Hoje sou um pouco mais humilde a respeito de minhas ínfimas criações e, inclusive, temo o o dia em que alguém descubra minha confissões. Na verdade, sempre temi que meu diário fosse descoberto (por isso tive somente um, e por pouco tempo - minhas revelações eram muito íntimas para que eu cogitasse a possibilidade de alguém descobrir!), uma vez o escondi tão bem que nem eu mesma consegui encontrar mais - só fui encontrá-lo dois meses depois. Até hoje ainda me incomoda que alguém desautorizado descubra minhas secretas anotações, mas, atualmente, estou descobrindo a lidar melhor com meus sentimentos - e as anotações estão me ajudando bastante nisso (parece que passando pro papel, aquele desabafo passa a pertencer ao caderno e à tinta, não mais à minha angústia).
Bom, mas não era disso que se tratava esse relato. Eu, com minha cabeça "avoada", tenho mania de guardar recordações em forma de bilhetes, presentes, papeis de bala e/ou variadas formas em caixinhas - como lembretes materializados de bons momentos(e de alguns maus momentos também - pra se lembrar as vezes de que nem tudo são flores na vida) para que eu não me esqueça nunca mais. Meu maior medo é não ter histórias pra contar a meus netos, apesar de ter vivido muitas, por não me lembrar. Portanto, passarei a registrar mais a minha vida (não que a considere uma obra de arte que mereça ser registrada - relembrando o texto de Jones). Deixarei de lado parte do meu "medo" e esse blog servirá de suporte para guardar algumas notas, fotos, videos e afins!
Sendo assim, leitores (haha - quais?): dirvitam-se com o "espetáculo" da minha vida!
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inutilidade adolescente, pra quem nao tem o que fazer e precisa só ter um espaço pra falar o que quiser sem se preocupar com absolutamente nada, onde possa desabafar, questionar, merdificar e inexistir.
