terça-feira, 2 de outubro de 2012

sufoco

Dor de amor dói. E dói muito. Só se descobre quem sente... e eu nunca tinha imaginado como era realmente. Hoje eu penso nas pessoas que já sofreram por mim e penso que essa foi só a primeira vez. Não se pode ter uma vida de amores sem sofrer, não é mesmo? Amar é sofrer também. Sofrer mesmo. A pior dor que se pode existir é essa, creio eu. A lágrima lava, mas não cura. Na verdade, a cicatriz sempre fica... isso me define em partes. Meus amores se vão mas não deixam nunca de existir, as cicatrizes perduram pra sempre em meu coração, pois eu só vivo assim. "Now i'm just somebody that you used to know". Faz sentido... mas não quero que seja assim, não dessa vez. Gosto demais, ainda... Como posso evitar que ele se afaste? Não posso controlar isso. É o que me enlouquece.. não há nada que possa fazer. Medo. É isso. não posso agora perder o mínimo que ainda tenho. Quem sabe um dia não conquiste de novo? Esperança.. sempre tem que haver. Alguém ai me empresta uma bússola?

terça-feira, 15 de maio de 2012

o que não se pode ter

aai.. só de saber que você tem conhecimento de minha existência meu coração se esquenta. Aquele momento em que minha respiração muda e um sorriso brota à face. É um acalento te ver e saber que também me enxerga. É tão bom que você simplesmente exista pra eu achar graça em alguma coisa. mesmo não te tendo sempre comigo, os sonhos já me bastam. pois a pureza do que sinto é tanta, que sou feliz se sei que estás feliz. sei que não posso me interferir em sua vida porque ela já está completa sem mim. Enquanto que, na minha vida, tem um espacinho reservado pra você que nunca poderá ser preenchido por ninguém, por mais que tentem, nunca conseguirão. Porque você é muito mais do que a palavra "especial" pode traduzir. Você é tudo ao passo em que só consigo ser nada. Por favor, seja feliz! E, caso queira o universo ou o destino, que eu um dia possa fazer parte de sua felicidade, pois nada me faria mais feliz no mundo que ser feliz contigo!

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Registros

Li hoje a publicação de Jones Mota que fala da importância do registro e publicação de processos criativos e concordo plenamente.
Quando mais nova admito que também sonhava que algum dia alguém iria encontrar meu caderninho de poemas e que ele viraria um livro... Hoje sou um pouco mais humilde a respeito de minhas ínfimas criações e, inclusive, temo o o dia em que alguém descubra minha confissões. Na verdade, sempre temi que meu diário fosse descoberto (por isso tive somente um, e por pouco tempo - minhas revelações eram muito íntimas para que eu cogitasse a possibilidade de alguém descobrir!), uma vez o escondi tão bem que nem eu mesma consegui encontrar mais - só fui encontrá-lo dois meses depois. Até hoje ainda me incomoda que alguém desautorizado descubra minhas secretas anotações, mas, atualmente, estou descobrindo a lidar melhor com meus sentimentos - e as anotações estão me ajudando bastante nisso (parece que passando pro papel, aquele desabafo passa a pertencer ao caderno e à tinta, não mais à minha angústia).
Bom, mas não era disso que se tratava esse relato. Eu, com minha cabeça "avoada", tenho mania de guardar recordações em forma de bilhetes, presentes, papeis de bala e/ou variadas formas em caixinhas - como lembretes materializados de bons momentos(e de alguns maus momentos também - pra se lembrar as vezes de que nem tudo são flores na vida) para que eu não me esqueça nunca mais. Meu maior medo é não ter histórias pra contar a meus netos, apesar de ter vivido muitas, por não me lembrar. Portanto, passarei a registrar mais a minha vida (não que a considere uma obra de arte que mereça ser registrada - relembrando o texto de Jones). Deixarei de lado parte do meu "medo" e esse blog servirá de suporte para guardar algumas notas, fotos, videos e afins!
Sendo assim, leitores (haha - quais?): dirvitam-se com o "espetáculo" da minha vida!

sábado, 11 de junho de 2011

O Fim dos Relacionamentos no Verão de Regiões Tropicais

"eu vou só explicitar fatos e vc vai entender fácil fácil"
Por Akinyemi
pense num casal hipotético
eles acabaram de sair das suas respectivas atividades matinais e querem se encontrar pra almoçar
(tudo isso está acontecendo em salvador 10 de dezembro)
ai o garoto tá saindo da pituba pra encontrar a namorada no shopping barra
foi pro ponto de ônibus naquele sol infernal de 13hrs
esperou seus 30 minutos pelo Campo Grande R2, e qndo percebeu estava parecendo que tinha acabado de bater um baba
todo suado ele desiste de ir direto pro shopping e decide passar em casa(Rio Vermelho)
sua amada já chegou no shopping e o aguarda impacientemente
qndo ele chega em casa lembra de pegar aquele livro que ele havia comprado pra ela
ela liga e pede pra ele se apressar, perguntando ininterruptamente onde ele está e ele só "calma amor, tô chegando"
devido a pressão psicológica ele se esquece do livro
e vai pegar o busu pra encotrar a menina, meio pirado já
qndo entra no ônibus, CHEIÃO!
vai em pé, com calor, pirado que esqueceu o livro...
ela liga no meio do caminho e ele, já sem muita paciência, responde friamente que esta a caminho
pronto, enfim encontraram-se
ela já não está tão feliz pq vai acabar se atrasando pro inglês, ele acha que ela não valorizou tanto seu esforço em encontrá-la...
daí é só repetir isso mudando as variáveis umas 3 vezes
e voila, fim de relacionamento!

Moral da história: namore no inverno!

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Art.1º: "Todo o poder emana do POVO, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição."

Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

II - garantir o desenvolvimento nacional;

III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

[...]
Art.4º:
VI - defesa da paz;

VII - solução pacífica dos conflitos;

VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

Art.5º:
[...]
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;

IX - é livre a expressão da atividade intelectual, artística, científica e de comunicação, independentemente de censura ou licença;

XVI - todos podem reunir-se pacificamente, sem armas, em locais abertos ao público, independentemente de autorização, desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local, sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente;

XLI - a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais;



dúvidas? clique aqui: Constituição

segunda-feira, 30 de maio de 2011

Observações Cotidianas

É verdade... estamos rodeados de vagos preconceitos e ultrapassados estereótipos, idependente da origem ou do conteúdo, inevitável é que existam. Possível é que nos permitamos enxergar além, mas difícil é convencer o outro do mesmo. Infelizmente, a grande maioria carrega consigo o velho pensamento, a convenção é mais forte que as asas do pensar.
Triste é ver que a luta a favor de igualdade, liberdade e fraternidade se concretize. Uma luta de mais de séculos ainda hoje não foi vencida, ideais de libertários do século 18, direitos básicos de um ser humano, condições mínimas de respeito ainda hoje, século 21, não são respeitadas e compreendidas da devida maneira. O egoísmo, o pensamento individualista, os velhos e maus costumes, a insensibilidade ainda soberam, causando-me revoltosa incredualidade com tamanhos absurdos ainda existentes.
No entanto, devo admitir, não posso sustentar essa visão tão inocente perante a humanidade. Sempre houve, há e sempre haverá perversidade entre nós. A raça humana é dotada de racionalidade, que lhes permite ser e ser o que a cada um advir. Não posso negar que o caos é inerente ao homem e que até o fim dessa espécie, haverão disputas por meras causas, por poder e glória. Somos movidos pela gana, pela paixão e pelo instinto de sobrevivência, no entanto, cabe a cada si discernir essas forças motoras e atribuir a cada uma delas o valor que lhes convinher.
Cada qual com seu cada qual, a vida segue. Não poderei nunca, nem com uma gloriosa revolução, tampouco aos moldes franceses mudar o rumo do mundo, por isso, enquanto isso, vou mudando o rumo das minhas reflexões, contagiando ou não aqueles que alcanço, tentando sempre alcançar a evolução do pensar.

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Confusões e confusões. Hormônios à flor do juízo. Só quero para e indagar. mas a quem? Me resta o grito: -.